Densitometria Óssea

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A densitometria óssea é um exame moderno e inócuo para se medir a densidade mineral dos ossos e compará-la com padrões da idade e sexo do paciente. Ela é importante para diagnosticar e tratar a osteoporose e outras doenças que atingem os ossos. A densitometria é o único método seguro para avaliação da massa óssea e predição de fratura óssea. A técnica radiológica conhecida como DEXA (DualEnergy X-ray Absorptiometry ou absorciometria de raios X de dupla energia) é utilizada atualmente para medir a densidade mineral óssea. Como se realiza o exame de densitometria óssea? Não é necessário nenhum preparo especial ou jejum, apenas deve-se evitar remédios que contenham cálcio. O exame dura de 15 a 30 minutos. O paciente deve estar deitado sobre uma mesa, do modo orientado pelo técnico, e permanecer imóvel durante o exame. Preferencialmente, deverá utilizar roupas leves, sem zíper, botões ou outros metais e desfazer-se de qualquer objeto metálico. Geralmente é fornecida uma bata para substituir a roupa que o paciente está usando. O tubo de raios X passará lentamente sobre o corpo, fazendo medições. Deve ser mantido um intervalo de pelo menos duas semanas entre a densitometria óssea e exames radiológicos contrastados. Apesar de se basear numa dupla emissão de raios X, a exposição à radiação é muito baixa. No entanto, não é recomendado que mulheres grávidas realizem o exame. Qual a razão para se fazer exame de densitometria óssea? O objetivo principal é avaliar e auxiliar no tratamento da osteoporose (doença caracterizada por baixa massa óssea e desarranjo da arquitetura do tecido ósseo), indicando a probabilidade de fraturas. Os ossos mais afetados pela osteoporose são o fêmur, a coluna, a pelve e o punho e, por isso, essas são as partes mais visadas na obtenção das imagens para diagnóstico. Contudo, a densitometria óssea é também utilizada no diagnóstico e acompanhamento de casos de osteopenia e de outras enfermidades ósseas. Quem deve fazer o exame de densitometria óssea? A densitometria óssea deve ser realizada periodicamente (pelo menos a cada ano) por todas as mulheres acima de 65 anos e por todos os homens acima de 70 anos. Devem ter atenção redobrada os indivíduos com maiores fatores de risco: Mulheres na pós-menopausa Pacientes com doenças da tireoide Pessoas com história familiar de fratura ou de osteoporose Fumantes, sedentários ou etilistas Pacientes com doenças reumáticas, cálculo renal ou doença gastrointestinal, bem como aqueles em uso constante de corticosteroides O exame serve também para monitorização da perda óssea em diversas condições clínicas. Pessoas com deformidades da coluna ou pacientes que tenham sido submetidos à cirurgia da coluna ou artroplastia dos quadris têm limitações para realizar o procedimento. Fraturas ou osteoartrite podem interferir no exame.


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